O Livro

2 Crônicas 14

Asa rei de Judá

(1 Rs 15.8-12)

1Abias foi enterrado em Jerusalém, e o seu filho Asa sucedeu-lhe no trono. Durante os primeiros 10 anos do seu reinado houve paz na terra. Asa fez o que era bom e reto aos olhos do Senhor, seu Deus. Deitou abaixo os santuários pagãos sobre as colinas, derrubou os obeliscos e destruiu os vergonhosos ídolos de Achera. Pediu ainda a toda a nação que obedecesse à Lei e aos mandamentos do Senhor, o Deus dos seus antepassados. Também fez remover dos santuários pagãos as imagens e os altares de incenso de todas as povoações de Judá.

Por isso, o Senhor manteve o seu reinado em paz, o que lhe deu a possibilidade de reconstruir cidades fortificadas, por toda a terra de Judá.

“É agora que devemos fazer estas obras”, disse ao povo, “enquanto buscamos o Senhor, nosso Deus, e ele nos está a abençoar com paz. Edifiquemos e reforcemos estas cidades com muralhas, torres, portões e ferrolhos.” E assim levaram a cabo essas obras.

O exército de Judá do rei Asa tinha 300 000 combatentes, equipados com escudos pequenos e com lanças. O contingente do seu exército originário de Benjamim totalizava 280 000 soldados, armados com grandes escudos e arcos. Ambos os exércitos eram compostos por homens valentes e bem treinados.

A certa altura, Judá foi atacado por um exército de um milhão de homens, com trezentos carros de guerra, sob a liderança do General Zera, o cuchita[a]. Estes avançaram para a cidade de Maressa, 10 no vale de Zefatá. O rei Asa mandou as suas tropas ali ao seu encontro.

11 “Ó Senhor”, clamou ele a Deus, “ninguém mais nos pode socorrer! Aqui estamos nós, fracos e enfrentando um poderoso exército. Ajuda-nos, ó Senhor, nosso Deus! Pois confiamos só em ti para que nos salves. É no teu nome que vamos atacar este exército. Não permitas que meros homens possam derrotar-nos!”

12 Então o Senhor derrotou os cuchitas diante de Asa e diante do exército de Judá, e estes fugiram. 13 Perseguiram-nos até Gerar e todo o exército de cuchitas foi aniquilado, de tal forma que não se salvou nem um homem. Porque fora o Senhor e o seu exército quem os destruíra. As tropas de Judá trouxeram um abundante despojo. 14 Enquanto estavam em Gerar, atacaram todas as cidades daquela zona e o terror do Senhor caiu sobre os habitantes dali. Como resultado, grandes quantidades de despojos foram trazidas daquelas cidades. 15 Também destruíram currais e capturaram muito gado e camelos, antes de regressarem definitivamente a Jerusalém.

Notas al pie

  1. 14.9 Não se sabe ao certo, mas pode indicar alguém natural de Cuche ou pertencente a uma tribo lembrada em Hc 3.7.

Nova Versão Internacional

2 Crônicas 14

O Reinado de Asa, Rei de Judá

1Abias descansou com os seus antepassados e foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Asa foi o seu sucessor, e em seu reinado o país esteve em paz durante dez anos.

Asa fez o que o Senhor, o seu Deus, aprova. Retirou os altares dos deuses estrangeiros e os altares idólatras que havia nos montes, despedaçou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Ordenou ao povo de Judá que buscasse o Senhor, o Deus dos seus antepassados, e que obedecesse às leis e aos mandamentos dele. Retirou os altares idólatras e os altares de incenso[a] de todas as cidades de Judá, e o reino esteve em paz durante o seu governo. Também construiu cidades fortificadas em Judá, aproveitando esse período de paz. Ninguém entrou em guerra contra ele durante aqueles anos, pois o Senhor lhe deu descanso.

Disse ele ao povo de Judá: “Vamos construir estas cidades com muros ao redor, fortificadas com torres, portas e trancas. A terra ainda é nossa, porque temos buscado o Senhor, o nosso Deus; nós o buscamos, e ele nos tem concedido paz em nossas fronteiras”. Eles então as construíram e prosperaram.

Asa tinha um exército de trezentos mil homens de Judá, equipados com escudos grandes e lanças, e duzentos e oitenta mil de Benjamim, armados com escudos pequenos e arcos. Todos eram valentes homens de combate.

O etíope[b] Zerá marchou contra eles com um exército de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra, e chegou a Maressa.

10 Asa saiu para enfrentá-lo, e eles se puseram em posição de combate no vale de Zefatá, perto de Maressa.

11 Então Asa clamou ao Senhor, o seu Deus: “Senhor, não há ninguém como tu para ajudar os fracos contra os poderosos. Ajuda-nos, ó Senhor, ó nosso Deus, pois em ti pomos a nossa confiança, e em teu nome viemos contra este imenso exército. Ó Senhor, tu és o nosso Deus; não deixes o homem prevalecer contra ti”.

12 O Senhor derrotou os etíopes diante de Asa e de Judá. Os etíopes fugiram, 13 e Asa e seu exército os perseguiram até Gerar. Caíram tantos deles que o exército não conseguiu recuperar-se; foram destruídos perante o Senhor e suas forças. E os homens de Judá saquearam muitos bens. 14 Destruíram todas as cidades ao redor de Gerar, pois o terror do Senhor havia caído sobre elas. Saquearam todas essas cidades, pois havia nelas muitos despojos. 15 Também atacaram os acampamentos onde havia gado e se apoderaram de muitas ovelhas, cabras e camelos. E em seguida voltaram para Jerusalém.

Notas al pie

  1. 14.5 Provavelmente colunas dedicadas ao deus sol.
  2. 14.9 Hebraico: cuxita; também no versículo 12.