The Message

1 Samuel 1

Hannah Pours Out Her Heart to God

11-2 There once was a man who lived in Ramathaim. He was descended from the old Zuph family in the Ephraim hills. His name was Elkanah. (He was connected with the Zuphs from Ephraim through his father Jeroham, his grandfather Elihu, and his great-grandfather Tohu.) He had two wives. The first was Hannah; the second was Peninnah. Peninnah had children; Hannah did not.

3-7 Every year this man went from his hometown up to Shiloh to worship and offer a sacrifice to God-of-the-Angel-Armies. Eli and his two sons, Hophni and Phinehas, served as the priests of God there. When Elkanah sacrificed, he passed helpings from the sacrificial meal around to his wife Peninnah and all her children, but he always gave an especially generous helping to Hannah because he loved her so much, and because God had not given her children. But her rival wife taunted her cruelly, rubbing it in and never letting her forget that God had not given her children. This went on year after year. Every time she went to the sanctuary of God she could expect to be taunted. Hannah was reduced to tears and had no appetite.

Her husband Elkanah said, “Oh, Hannah, why are you crying? Why aren’t you eating? And why are you so upset? Am I not of more worth to you than ten sons?”

9-11 So Hannah ate. Then she pulled herself together, slipped away quietly, and entered the sanctuary. The priest Eli was on duty at the entrance to God’s Temple in the customary seat. Crushed in soul, Hannah prayed to God and cried and cried—inconsolably. Then she made a vow:

Oh, God-of-the-Angel-Armies,
If you’ll take a good, hard look at my pain,
If you’ll quit neglecting me and go into action for me
By giving me a son,
I’ll give him completely, unreservedly to you.
I’ll set him apart for a life of holy discipline.

12-14 It so happened that as she continued in prayer before God, Eli was watching her closely. Hannah was praying in her heart, silently. Her lips moved, but no sound was heard. Eli jumped to the conclusion that she was drunk. He approached her and said, “You’re drunk! How long do you plan to keep this up? Sober up, woman!”

15-16 Hannah said, “Oh no, sir—please! I’m a woman hard used. I haven’t been drinking. Not a drop of wine or beer. The only thing I’ve been pouring out is my heart, pouring it out to God. Don’t for a minute think I’m a bad woman. It’s because I’m so desperately unhappy and in such pain that I’ve stayed here so long.”

17 Eli answered her, “Go in peace. And may the God of Israel give you what you have asked of him.”

18 “Think well of me—and pray for me!” she said, and went her way. Then she ate heartily, her face radiant.

19 Up before dawn, they worshiped God and returned home to Ramah. Elkanah slept with Hannah his wife, and God began making the necessary arrangements in response to what she had asked.

Dedicating the Child to God

20 Before the year was out, Hannah had conceived and given birth to a son. She named him Samuel, explaining, “I asked God for him.”

21-22 When Elkanah next took his family on their annual trip to Shiloh to worship God, offering sacrifices and keeping his vow, Hannah didn’t go. She told her husband, “After the child is weaned, I’ll bring him myself and present him before God—and that’s where he’ll stay, for good.”

23-24 Elkanah said to his wife, “Do what you think is best. Stay home until you have weaned him. Yes! Let God complete what he has begun!”

So she did. She stayed home and nursed her son until she had weaned him. Then she took him up to Shiloh, bringing also the makings of a generous sacrificial meal—a prize bull, flour, and wine. The child was so young to be sent off!

25-26 They first butchered the bull, then brought the child to Eli. Hannah said, “Excuse me, sir. Would you believe that I’m the very woman who was standing before you at this very spot, praying to God? I prayed for this child, and God gave me what I asked for. And now I have dedicated him to God. He’s dedicated to God for life.”

Then and there, they worshiped God.

O Livro

1 Samuel 1

O nascimento de Samuel

1Houve um homem chamado Elcana, da tribo de Efraim, que vivia em Ramataim de Zofim nos montes de Efraim. O nome de seu pai era Jeroão, o do seu avô Eliú, do bisavô Toú e do trisavô Zufe. Tinha duas mulheres, Ana e Penina. Esta última tinha filhos, porém Ana não tinha nenhum.

Todos os anos Elcana ia com a sua família até ao tabernáculo em Silo para adorar o Senhor dos exércitos e sacrificar-lhe. Nesse tempo, os sacerdotes em funções eram os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias. No dia em que apresentava o seu sacrifício, Elcana assinalava o facto, dando presentes a Penina e aos seus filhos. Ainda que amasse muito Ana, apenas lhe podia dar um só presente, porque o Senhor lhe tinha fechado a madre. Por essa razão, Ana não recebia presentes que pudesse ela própria passar aos filhos. As coisas complicavam-se ainda mais porque Penina provocava Ana e a humilhava porque o Senhor a tinha deixado estéril. Todos os anos era a mesma coisa. Penina troçava e ria da outra, quando iam a Silo, e Ana chorava muito e deixava de comer.

“O que é que se passa, Ana?”, perguntava Elcana. “Porque não comes? Porquê toda essa agitação? É por não teres filhos? Não sou eu para ti melhor do que dez filhos?”

Uma noite depois de jantar, quando foram a Silo, Ana dirigiu-se ao santuário do Senhor. Eli, o sacerdote, encontrava-se sentado no lugar habitual ao lado da entrada. 10 Ana encontrava-se profundamente angustiada e chorava amargamente enquanto orava ao Senhor. 11 Fez então este voto: “Ó Senhor dos exércitos, se atentares para a minha tristeza e responderes à minha oração, dando-me um filho, então eu to tornarei a dar; será teu por toda a sua vida e o cabelo nunca lhe será cortado.”

12 Eli reparou que ela mexia os lábios, sem se lhe ouvir a voz, visto que orava em silêncio. 13 Pensou que estaria toldada pelo vinho e dirigiu-lhe estas palavras: 14 “Então tu vens para aqui embriagada? Vai curar a bebedeira para outro sítio.”

15 “Oh! Não, meu senhor!”, replicou ela. “Eu não bebi! Encontro-me é muito triste e estava a abrir o meu coração ao Senhor. 16 Peço-te que não penses que a tua serva é uma mulher qualquer! Tenho estado a orar assim por causa da minha dor e angústia.”

17 “Nesse caso, anima-te! Que o Deus de Israel responda à tua oração, conforme o que lhe pediste!”

18 “Fico-te muito grata.” E regressou mais feliz, começando a alimentar-se normalmente.

19 Toda a família se levantou cedo na manhã seguinte e foi ao tabernáculo adorar o Senhor mais uma vez, regressando depois a Ramá. Elcana e Ana deitaram-se juntos e o Senhor lembrou-se do seu pedido. 20 Na altura própria nasceu-lhe um menino, a quem chamou Samuel. “Porque o pedi ao Senhor”, disse ela.

21 No ano seguinte, Elcana, Penina e os filhos foram, como todos os anos, ao tabernáculo, para oferecer ao Senhor o sacrifício anual e cumprir a sua promessa. 22 Mas Ana não foi, pois dissera ao marido: “Prefiro esperar até que o menino seja desmamado; depois então levá-lo-ei ao santuário para ser apresentado diante do Senhor, e ali ficará.”

23 “Está bem. Faz como melhor te parecer”, concordou Elcana. “Faça-se a vontade do Senhor.” Ela ficou em casa e criou o menino até que foi desmamado.

24 Então, ainda muito pequenino, levaram-no à casa do Senhor, em Silo. E levaram consigo um novilho de três anos para o sacrifício, 22 litros de farinha e algum vinho. 25 Depois do sacrifício entregaram a criança a Eli.

26 “Senhor”, disse Ana, “eu sou aquela mulher que aqui esteve certa vez orando ao Senhor. 27 Pedi-lhe que me desse um filho e a minha petição foi ouvida. 28 Venho agora oferecê-lo ao Senhor por toda a sua vida.” Assim, deixou-o no tabernáculo para o serviço do Senhor. E ali eles adoraram ao Senhor.